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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

QUAL SERÁ A DIFERENÇA ENTRE O GOVERNADOR DO CEARÁ E O DE SÃO PAULO EM RELAÇÃO À ÁGUA?

ATUAL GOVERNADOR DO CEARÁ CID GOMES

governador_cid_gomesCid Ferreira Gomes nasceu em Sobral (na Região Norte do Ceará, a 230 quilômetros de Fortaleza) em 27 de abril de 1963. Filho de José Euclides Ferreira e de Maria José Santos Ferreira Gomes, Cid convive com a política desde a infância. Na década de 1970, o pai foi prefeito do município de Sobral e nos anos de 1980, o irmão Ciro Ferreira Gomes, já dava início à trajetória político-partidária.

Os primeiros passos de Cid na política aconteceram na universidade, quando presidiu o Centro Acadêmico do Curso de Engenharia da Universidade Federal do Ceará (UFC), onde se formou engenheiro civil. No ano de 1990, Cid conquistou o primeiro mandato eletivo para deputado estadual e exerceu o cargo de primeiro-secretário da Mesa Diretora. Quatro anos depois, já reeleito, Cid disputou a presidência do Poder Legislativo Estadual. Ele conquistou a vitória por unanimidade e tornou-se, aos 32 anos, o mais jovem presidente da história da Assembleia Legislativa do Ceará.

Cid teve atuação destacada à frente do Parlamento Estadual, tendo criado o primeiro espaço gratuito para acesso à Internet do Brasil no âmbito do Poder Legislativo. Como presidente, Cid participou da Conferência Nacional de Assembleias Legislativas dos Estados Unidos (1996), e do Encontro de Integração de Jovens Políticos da América latina e da Europa, realizado pela Fundação Konrad Adenauer Stiftung (1996).

Com o forte desejo de contribuir com o crescimento da terra natal, Cid disputou o cargo de prefeito de Sobral. Ele obteve a votação recorde de mais de 64% dos votos do eleitorado. Na Prefeitura, Cid desenvolveu um plano de ações inédito, com projetos nas áreas sociais, econômicas e de infraestrutura e levou Sobral a um ciclo de desenvolvimento. O excelente desempenho como prefeito, o credenciou à reeleição no ano de 2000 e novamente foi eleito com mais de 60% dos votos, confirmando assim a confiança dos sobralenses em sua administração.

Após o mandato de prefeito, Cid mudou-se para Washington D.C, nos Estados Unidos, em 2005. Lá exerceu a função de consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Um ano depois, em 2006, decidiu concorrer pela primeira vez nas eleições estaduais para um cargo majoritário. Cid Gomes foi eleito governador, já no primeiro turno, com 62,38% dos votos pela coligação "Ceará Vota para Crescer", formada pelos partidos PSB, PT, PCdoB, PMDB, PRB, PP, PHS, PMN e PV. Ainda em 2006, Cid Gomes coordenou a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno da eleição presidencial, que também foi vitoriosa. No dia 3 de outubro de 2010, os cearenses reconduziram Cid Gomes ao Governo do Estado logo no primeiro turno. Cid alcançou a preferência de 62,31% do eleitorado, o que representa 2.436.940 votos.

À frente do Governo do Ceará, Cid tem se destacado pelo espírito empreendedor. Em menos de dois anos, ele assegurou junto à Petrobras e ao Governo Federal a instalação de uma refinaria de petróleo para o Ceará. Esse empreendimento foi definido por ele como “a melhor notícia para o Estado dos últimos 40,50 anos”, só se igualando à vinda energia elétrica de Paulo Afonso. Além da Refinaria, muitos projetos considerados estruturantes estão em pauta como a construção do Cinturão de Águas, a Siderúrgica, Cinturão Digital e várias outras ações sociais como a Educação Integrada, o Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic), construção de hospitais e grande investimento na área da segurança.

Cid Gomes é casado com Maria Célia Habib e tem dois filhos, Rodrigo e Matheus.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

NÃO SE REELEGEU

Telma de Souza: “Vou fazer política mesmo sem mandato”


Mesmo sendo a 3ª mais votada na região, a petista não conseguiu o cargo em razão da proporcionalidade

Da Reportagem
A frase é da deputada estadual Telma de Souza (PT) no dia seguinte das eleições que, apesar de tê-la contemplado com 55.250 votos, não permitiu que a parlamentar permanecesse na Assembleia Legislativa de São Paulo por mais quatro anos. “Fui a terceira colocada da região em votos, batendo dois candidatos a deputado federal e não me reelegi. 

Lamentavelmente, o sistema político permite distorções como essa”, disse a deputada.

Com um histórico político invejável, vereadora em 1982 e deputada estadual em 1986, Telma foi a primeira mulher a ser eleita prefeita de Santos (1989-1992). Depois foi eleita deputada federal por três vezes (1994/1998 e 2002). Em 2008, voltou à Câmara de Santos, novamente como vereadora.

“Acredito que haverá mudanças ainda, portanto, é muito cedo para eu vislumbrar meus próximos passos. Porém, posso garantir que estou satisfeita pelo dever cumprido até agora e salientar que ainda possuo mais seis meses de mandato (até fevereiro de 2015). Portanto, tenho muito trabalho a fazer”, afirma.

 Apostando em mudanças, diz que é cedo planejar (Foto: Matheus Tagé/DL)
Apostando em mudanças, diz que é cedo planejar (Foto: Matheus Tagé/DL)

Telma de Souza afirma que vai trabalhar bastante pela região e para reeleger a presidente e candidata Dilma Rousseff (PT) em segundo turno. Sobre a diminuição de cadeiras do partido, a deputada disse que é fruto de uma campanha anti-PT, realizada no Estado de São Paulo especificamente, que chegou às raias do ódio entre classes sociais.

“Não sei de que se tem medo. Do sucesso dos programas sociais implantados pelo PT ou a projeção que o presidente Lula conquistou internacionalmente ao País. Enfim, não sei direito para que tanto ódio”, finalizou a deputada, alertando que continuará lutando por uma melhor qualidade de vida à população, especialmente da Baixada Santista.

fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/43371-telma-de-sozua-vou-fazer-politica-mesmo-sem-mandato

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

REVISTA CARTA CAPITAL NAS ELEIÇÕES

Soma de votos brancos, nulos e abstenções é a maior desde 98

Eleitores que não votaram somam 27% do total, a maior porcentagem das últimas quatro eleições
por Redação — publicado 06/10/2014 13:22, última modificação 07/10/2014 12:13

Antonio Cruz / Agência Brasil
Santinhos no chão
Santinhos jogados no chão de locais de votação no Recife
O número de eleitores que se abstiveram ou optaram por votar em branco ou nulo nas eleições presidenciais somou 27% do total, segundo os números finais do Tribunal Superior Eleitoral, confirmados na manhã desta segunda-feira 6. A porcentagem é a maior desde 1998, quando essa soma ficou na casa de 36% do eleitorado.
Com 100% das urnas apuradas, o número de votos em branco na disputa pelo Planalto foi de 4,4 milhões (3,84% do total de comparecimentos) e o de nulos, de 6,6 milhões (5,8% do comparecimento), enquanto pouco mais de 27,6 milhões de eleitores deixaram de comparecer às urnas, gerando uma taxa de abstenção de 19,39%. Juntos, esses eleitores somam 38,7 milhões de votos (27% de todos os aptos a votar), uma quantidade superior à votação do segundo colocado na disputa pelo Planalto, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
Fenômeno semelhante ocorreu em 2010, quando os 34,2 milhões de votos brancos, nulos e abstenções (25,1% do total) ficaram "à frente" de José Serra (PSDB), que teve 33,1 milhões de votos. Em 2002, ocorreu o mesmo, quando a soma foi de 30,2 milhões (26,2%) e a votação do segundo colocado, também Serra, foi de 19 milhões. Em 2006, ano em que Geraldo Alckmin (PSDB) ficou em segundo lugar com 39 milhões de votos, nulos, brancos e abstenções somaram 29,9 milhões eleitores (23,7% do total).
A soma cresceu por conta de altas nos três indicadores. A taxa de abstenção vem crescendo nas últimas três eleições. Este número chegou a 21,47% em 1998, caiu para 17,74% em 2002 e para 16,75% em 2006. Depois, voltou a subir, passando a 18,12% em 2010 e 19,39% em 2014. Brancos e nulos somaram 8% e 10,6% em 1998, respectivamente. Esses números foram para 3,03% e 7,36% em 2002; 2,73% e 5,68% em 2006; 2,56% e 5,51% em 2010; e, neste ano, voltaram a subir, para 3,84% e 5,8%.
fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/carta-nas-eleicoes

sábado, 4 de outubro de 2014

PELO FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO

26/05/2014 - 13h08

Deputados apoiam fim do voto obrigatório


Medida está prevista na proposta de reforma política que foi elaborada por grupo de trabalho da Câmara após as manifestações de junho do ano passado. Reportagem especial explica esse e outros pontos do texto, que aguarda votação na CCJ.

As manifestações de junho de 2013 surpreenderam por sua força e espontaneidade, mas também pela rápida amplitude das reivindicações. Não demorou muito para que o tema reforma política ganhasse as ruas e, consequentemente, os discursos dos políticos.
 

A tentativa mais ousada de responder a essa demanda partiu da presidente Dilma Rousseff, que convocou cadeia de rádio e TV para propor, entre outras medidas, um plebiscito e uma constituinte exclusiva para redesenhar o sistema político-eleitoral do País. A proposta não foi bem recebida pelo Congresso, mesmo entre aliados do governo, que viram a ideia como uma usurpação das prerrogativas do Legislativo.

A alternativa apresentada pela Câmara dos Deputados foi a criação de um grupo de trabalho, em julho do ano passado, para converter em um projeto toda discussão acumulada ao longo de décadas.


Em menos de quatro meses, os parlamentares apresentaram uma proposta de emenda à Constituição (PEC 352/13) que contempla 16 pontos e, ainda hoje, aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). 


Entre todas as tentativas anteriores de reforma política, nenhuma deu tanto destaque à adoção do voto facultativo como a elaborada pelo grupo de trabalho.


“Todos os países desenvolvidos do mundo têm o voto facultativo. Se o cidadão não quiser votar, ele tem esse direito, seja porque não gosta dos candidatos ou porque qualquer resultado o satisfaz”, afirma o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), coordenador do colegiado.


Pesquisa De acordo com pesquisa divulgada pelo Datafolha em maio deste ano, o percentual de brasileiros contrários ao voto obrigatório chegou pela primeira vez a 61%. Pelas regras em vigor no País, o voto é facultativo apenas para analfabetos, pessoas com mais de 70 anos e as que têm 16 ou 17 anos.



JBatista
Cândido Vaccarezza
Vaccarezza: países desenvolvidos adotam o voto facultativo.

O mesmo levantamento, feito com 2.844 cidadãos entre 18 e 70 anos, revela que, se tivessem opção, 57% dos eleitores não votariam no próximo dia 5 de outubro, outro recorde. A pergunta sobre comparecimento às urnas é feita desde 1989. Nas sondagens anteriores, o total dos que não votariam se não houvesse obrigatoriedade nunca superou 50%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Amadurecimento
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) defende que o voto pode vir a ser facultativo algum dia, mas, por enquanto, deve continuar obrigatório. "A obrigatoriedade deve ser mantida neste momento, em que ainda precisamos avançar com o processo democrático. Devemos fazer com que as pessoas se desvinculem do chamado voto comprado, tão recorrente, para caminhar para o voto facultativo”, sustenta.


Já o relator da proposta na CCJ, deputado Esperidião Amin (PP-SC), discorda do argumento de Delgado. "Essa história de ficar esperando o amadurecimento para tomar uma medida que você acha correta, já passou. Acho que quem sabe faz a hora, não espera acontecer, também nesse caso."


Estudos apontam que não há relação direta entre obrigatoriedade do voto e participação nas eleições. Mesmo onde há maior comparecimento em razão da obrigatoriedade, votos brancos, nulos, ausências e justificações mantêm padrões semelhantes ao das abstenções dos países onde o voto é facultativo. Os valores variam muito entre as nações, em razão de cultura ou do momento político que atravessam. O Brasil, no entanto, permanece com uma das maiores taxas de participação do mundo democrático, sempre acima dos 80%.


fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/468799-DEPUTADOS-APOIAM-FIM-DO-VOTO-OBRIGATORIO.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2014


medicamentos-genericos-5142a1a8dbcf0A pesquisa de medicamentos elaborada pelo Núcleo Regional do Procon estadual de São Paulo, em Santos, São Vicente e Guarujá, constatou grandes diferenças de preços, não só entre genéricos e de referência, mas também entre um mesmo produto de ambas as categorias.
Em Santos, comparando os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma função, verificou-se que, em média, os medicamentos genéricos são 58,7% mais baratos do que os de referência. No Guarujá, a diferença foi de 52,54% e em São Vicente atingiu 60%.
Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença em Santos foi de 278,79%, na Dipirona Sódica, gotas 10 ml, encontrada a partir de R$ 0,99 até R$ 3,75. Já o creme dermatológico Dexason (Acetato de Dexametasona), 10 g, da Teuto, de referência, variou 74,54%, de R$ 5,42 a R$ 9,46.
Em São Vicente, a maior diferença entre os medicamentos genéricos foi de 665,43%, no Nimesulina, 100 mg, 12 comprimidos, encontrada a partir de R$ 1,88 até R$ 14,39. Já nos de referência, o Amoxil (Amoxicilina), 500 mg, 21 cápsulas, da GlaxoSmithKline, com preços entre R$ 15,50 a R$ 58,91, obteve a maior variação, 280,06%.
No Guarujá, a maior diferença entre os medicamentos genéricos foi de 278,79%, na Dipirona Sódica, gotas 10 ml, encontrada a partir de R$ 0,99 até R$ 3,75 e o Dexason (Acetato de Dexametasona), 10 g, da Teuto, variou 90,41%, de R$ 5,42 a R$ 10,32.
O coordenador do Procon Regional Santos, Gabriel Escudero, participou do CBN Santos por telefone e falou sobre a pesquisa do Procon sobre preços dos remédios.
Reportagem: Guilherme Pradella.
fonte: http://cbnsantos.com.br/genericos-tem-diferencas-de-ate-66543-nas-cidades-da-baixada

VARIAÇÃO NO PREÇO DOS MEDICAMENTOS VENDIDOS NO MERCADO

Custo de medicamento genérico 


varia quase 800% na Baixada 


Santista


Débora Pedroso e Simone Queirós 
N/A
Em SV, medicamento chega a ter diferença de 770%
O preço de medicamentos genéricos pode variar até quase 800% na região. O dado foi divulgado ontem pela Fundação Procon com base em uma pesquisa realizada em fevereiro. Os técnicos do órgão encontraram nas prateleiras de farmácias de São Vicente o remédio Losartana Potássica por valores que variam entre R$ 2,68 e R$ 23,34 (770%).

O levantamento foi feito em seis estabelecimentos, onde houve a identificação do custo de 56 fármacos: 27 genéricos e 29 de referência. No último caso, a maior diferença entre os preços está no antibiótico Amoxil (Amoxicilina), do laboratório Glaxosmithkline.

Com o maior preço a R$ 52,81 e o menor a R$ 14,67, a compra da caixa com 21 cápsulas de 500 miligramas mais barata representa economia de 260%.

“É uma ferramenta para o consumidor e mostra que ele deve fazer uma pesquisa antes de comprar”, alerta o coordenador do Núcleo Regional do Procon Santos, Wesley de Mendonça Rodrigues. O levantamento também aconteceu nas cidades de Santos e Guarujá.

Diferenças

Parece que pesquisar é a saída. Em Guarujá, a economia chega a 341,21% para a compra do genérico da Losartana Potássica. Enquanto em uma farmácia os 30 comprimidos de 50 miligramas custavam R$ 5,29, em outra estavam por R$ 23,34. Ou seja: na primeira era possível comprar quase cinco caixas com o valor que seria gasto na segunda.

No levantamento entre os medicamentos de referência, a maior variação no custo ficou para o creme dermatológico Dexason (Acetato de Dexametasona) do laboratório Teuto, com 98,17%. O item custava R$ 4,92 em uma drogaria e R$ 9,75 em outra. Ou seja: pague dois, leve um.

Já em Santos, a maior diferença de preço está no genérico Albendazol, com 379%. Os preços variam de R$ 3,88 a R$ 0,81.

O analgésico Neosaldina apresentou custou entre R$ 13,80 a R$ 10,80. O percentual de 27% de economia na compra do produto foi o maior apontado entre os fármacos de referência (veja tabela com dados e nomes dos estabelecimentos).
N/A
Metodologia

Na região, a pesquisa aconteceu nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro. Nos três municípios visitados, o levantamento da Fundação Procon incluiu aproximadamente 60 medicamentos entre genéricos e de referência.

Conforme o estudo, em Santos, a Drogasil é a mais econômica com menor preço em 24 dos 51 dos medicamentos encontrados.

A Drogaria Extra em São Vicente tinha 48 produtos com menor preço e despontou como a mais econômica na pesquisa na Cidade.

Em Guarujá, o estabelecimento com o maior percentual de preços menores ou iguais aos médios foi o Pague Menos, com 32 itens nessa condição, de um total de 50 encontrados.

O estudo não levou em consideração os remédios na lista do Programa Farmácia Popular, do Governo Federal.

Defesa

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sincofarma-SP), Natanael Aguiar Costa, os dados apurados representam o reflexo de promoções no setor.“Às vezes o medicamento está para vencer em seis meses e o comerciante baixa significativamente o preço, pois é melhor vender por pouco a perder o produto”.

Por isso, uma das dicas do Procon é que o consumidor observe sempre o prazo de validade do medicamento na hora da compra.

fonte: http://www.atribuna.com.br/mobile/cidades/custo-de-medicamento-gen%C3%A9rico-varia-quase-800-na-baixada-santista-1.370500