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domingo, 5 de dezembro de 2010

Averaldo Meneses: quem te viu e quem te vê (vê?)

Fac-símile do boletim "Conceiçãozinha Urgente",
editado e distribuído - no Sítio Conceiçãozinha,
durante os anos de 1994 e 1995 - pela Sociedade 
Amigos de Bairro do Sítio Conceiçãozinha 
(Somecon). No detalhe (foto à esquerda), o 
"companheiro" petroleiro, professor Averaldo 
Meneses (ex-PT) discursando na porta da 
Refinaria Presidente Bernardes em Cubatão,  
durante a greve de 30 dias que paralisou 
aquela unidade em pleno governo FHC.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS!

fonte: http://guarujaensses.blogspot.com/

ABRIL/2010 - GOVERNO FEDERAL DOA 5 AMBULÂNCIAS DO SAMU PARA O MUNICÍPIO DE GUARUJÁ

clique na foto p/ ampliar

NOVEMBRO/2010 - VEREADOR LUIS CARLOS ROMAZZINI DENUNCIA EM SESSÃO NA CÂMARA, AS 5 AMBULÂNCIAS ABANDONADAS NA GARAGEM MUNICIPAL

clique na foto p/ ampliar

NOVEMBRO/2010 - VEREADOR LUIS CARLOS ROMAZZINI É ASSASSINADO COM 6 TIROS 10 DIAS APÓS AS DENUNCIAS.


ESTÁ NA HORA DO MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL, FAZER UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA DO QUE VEM OCORRENDO COM AS VERBAS PÚBLICAS FEDERAIS NO GUARUJÁ

VERGONHA! REVOLTA! COMOÇÃO! CHEGA DE IMPUNIDADE EM GUARUJÁ!

Vereador do Guarujá-SP é assassinado dentro de casa

Em 2006, Romazzini disse que passou a receber ameaças de morte após denúncias de um esquema de corrupção conhecido como 'Mensalinho do Guarujá'

26 de novembro de 2010 | 8h 00
Bruno Lupion, do estadão.com.br
SÃO PAULO - O vereador do Guarujá, litoral do Estado de São Paulo, Luis Carlos Romazzini (PT), de 45 anos, foi assassinado em sua casa na madrugada desta sexta-feira, 26, por volta da 1h30.
Três homens chegaram em motocicletas à casa do vereador, no Jardim Maravilha, e o chamaram pelo nome, segundo a polícia. Romazzini saiu da residência armado e foi alvejado com vários tiros no quintal. Os criminosos fugiram em seguida, sem levar nada. Sua mulher testemunhou a cena e acionou os policiais militares da 2ª Companhia do 21º Batalhão do Interior.
O vereador morreu a caminho do hospital e o caso foi registrado no Distrito Policial Sede da cidade. Em 2006, Romazzini disse que passou a receber ameaças de morte após denúncias de um esquema de corrupção envolvendo a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade, conhecido como "Mensalinho do Guarujá". Na época, o vereador chegou a pedir proteção à Policia Federal.
Romazzini, natural de São Francisco, no interior do Estado, era advogado, graduado em História e Direito, e não tinha filhos, segundo seu blog pessoal.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Povo Guarani Kaiowá foi expulso de seu território

Urgente: Povo Guarani 

Kaiowa de Ypo'i precisa

 de nossa ajuda!

coletivocave | 21/11/2010 at 20:34 | Categorias: GuaraniIndiospolitica indigena | Categories: IndigenasIndios Guarani | URL: http://wp.me/pXW8g-6l

O Povo Guarani Kaiowá, na região do rio Ypo’í, município de Paranhos, no Mato Grosso do Sul, pode ser despejado a qualquer momento, com toda força e aparato policial.

ESCREVAM À JUÍZA ELIANA BORGES DE MELLO MARCELO PEDINDO QUE:
* Garanta a permanência dos indígenas Guarani Kaiowá do Ypo’í na área, a segurança da comunidade, além do acesso à comida, água, cuidados de saúde e que eles possam se deslocar livremente.
* Garanta o cumprimento pleno das obrigações das autoridades brasileiras sob a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas e a Constituição Brasileira, finalizando a demarcação de todas as terras indígenas.
Email da juiza: emarcelo@trf3.jus.br
Tel. Fax: (011) 3012-1373

O Povo Guarani Kaiowá foi expulso de seu território tradicional no Mato Grosso do Sul há décadas. Na região do rio Ypo’í, no município de Paranhos, fronteira com o Paraguai, a comunidade Kaiowá foi expulsa pela ação de fazendeiros daquela região há 27 anos. Desde então, lutam incessantemente pela reconquista do espaço usurpado. Em novembro de 2009, a comunidade Kaiowá do Ypo’í retornou ao seu “tekohá” (terra tradicional, que é sagrada). Três dias depois, foram violenta e covardemente atacados por fazendeiros e seus pistoleiros. Na ocasião, vários indígenas foram feridos a tiros e torturados. Dois professores, Genivaldo Vera e Rolindo Vera, foram levados e assassinados. O corpo de Genivaldo foi encontrado alguns dias depois com muitas marcas e ferimentos. O corpo de Rolindo, no entanto, ainda não foi localizado. Em agosto de 2010, os Guarani voltaram a este “tekohá”, no intuito de encontrarem o corpo de Rolindo – busca abandonada tanto pela Polícia Federal como pelo governo do estado. desde então, tem sido vítima de ataques e vive cercada por pistoleiros fortemente armados, que impedem o acesso da comunidade a comida e à assistência à saúde por parte dos órgãos públicos competentes – Funai e Funasa. Trata-se de uma centena de pessoas mantidas numa espécie de “cativeiro privado”, ao mesmo tempo em que a Funai está realizando estudos de identificação destas terras, cumprindo sua função constitucional.

Esta situação ficou mais complicada após a decisão judicial (liminar) proferida pela Juíza Federal Lisa Taubenblatt, da 1º Vara Federal de Ponta Porã – MS, no dia 20 de outubro, que determinou a desocupação da área pelo referido povo indígena. Agravando a situação, no último dia 10, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª. Região negou provimento ao recurso (agravo de instrumento) apresentado na tentativa de derrubar a decisão de primeira instância, confirmando, portanto, a decisão de retirada dos indígenas da área.

A Funai ingressou com pedido de reconsideração junto à Juíza Convocada Eliana Marcelo, relatora do recurso (agravo de instrumento) no TRF da 3ª Região. Este novo recurso está sendo analisado pela Juíza Eliana - que está substituindo o Desembargador Nelton dos Santos - que pode decidir a respeito a qualquer hora.

domingo, 21 de novembro de 2010

DISCUSSÃO SOBRE PROJETO DE TÚNEL NESTA SEGUNDA-FEIRA, 22/11, ÀS 19h, NA CÂMARA MUNICIPAL DE GUARUJÁ




* José Antonio Gonçalves

   Eis ai mais uma oportunidade para
 discutirmos uma alternativa, à tal 
"ponte estaiada", eleiçoeira, que o 
ex-candidato derrotado, José 
Serra(PSDB), apresentou em maquete 
junto com a prefeita Maria Antonieta
 de Brito (PMDB) - que apoiou e fez
 campanha para Dilma Roussef(PT)... 
Prefeita confusa?

   Mas será, também, uma grande
 oportunidade para discutirmos o
 VLT (Veículo Leve sobre Trilhos),
 transporte público não poluente
 - desde que sob níveis de ruído
 e barulho aceitáveis. Quem não
 quer esse tipo de transporte -
 os monopólios de ônibus da
 região? Quem mais?

VÁ! VAMOS LOTAR A CÂMARA.
 TODOS NESSE DEBATE!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE ÁREA RETROPORTUÁRIA, NO MUNICÍPIO, ESCONDE INTERESSES PRIVADOS ( I )

coletivocave | 06/11/2010 at 19:06 | Categories: Uncategorized | URL:http://wp.me/pXW8g-6a


   Dia cinco de novembro (5/11/2010) houve outra audiência pública em Guarujá, com os temas Retroporto, Pré-sal e desenvolvimento econômico. Como em outras oportunidades, a divulgação foi restrita e o local distante (UNAERP) levou poucos presentes, além dos alunos da instituição. 

   Acompanhamos a fala da prefeita e dos outros integrantes da mesa e assistimos a exposição do plano de parceria público-privada que o executivo municipal propõe. Ainda não temos acesso ao mapa das intervenções, mas, resumindo, trata-se de uma enorme expansão da área retro-portuária, ocupando quase toda a margem direita da rodovia Domênico Rangoni, numa extensão de 4.000.000 km2. A área que foi declarada de utilidade pública em 2007, por ocasião do plano diretor elaborado pela gestão passada, cujo relatório técnico feito pelo CAVE instruiu a ação civil movida pelo MP de Guarujá, que acabou arquivada, é definida como macro-zona de proteção ambiental, mas destinada a ações de desenvolvimento compatível e ocupação dirigida. Ver o relatório:


   Com esse artifício, uma área de restinga lindeira a maguezais pode ser completamente desmatada em nome do interesse público (quem é esse público?). Mas esse nem é o maior dos problemas. Essa área enorme destinada a pátio de containers e estacionamento de caminhões será utilizada por todos os terminais portuários atuais e futuros de Guarujá e de Santos (Embraport, Barnabé-Bagres, etc.). Isso acarretará um aumento brutal de tráfego pela Domênico Rangoni, tanto em sua extensão na ilha de Santo Amaro como no trecho anterior, na área continental de Santos. A esse quadro devemos acrescentar o aeroporto para aviões cargueiros que faz parte do projeto de integração modal.

   Dessa forma, Vicente de Carvalho que já se encontra sufocada entre o porto no canal e a rodovia, será totalmente circundada por atividades portuárias, retro-portuárias, aeroportuárias e industriais, que agregam poluição atmosférica, sonora, visual, aquática, evidentemente, diminuindo a qualidade de vida.

    Além de tudo isso, a própria prefeitura estima que com esses projetos a população do município alcance os 465 mil habitantes daqui a dez anos. 

   Até agora, a proposta de "desenvolvimento" somente aponta para o crescimento econômico das atividades citadas e o aumento dos impactos sociais e ambientais sobre a população moradora, a vegetação nativa e a qualidade de vida. 

   Há um plano para concessão da área, mas não há nenhum estudo sobre como ampliar a infra-estrutura de oferta de água e de esgoto e como ficará o trafego externo à área concedida. A própria Ecovias se manifestou temerosa quanto ao aumento de tráfego pesado num complexo rodoviário que já está novamente saturado.

   Aparentemente, o que a proposta anuncia é: primeiro uma concessão de uso comercial em uma área pública, ainda sem infra-estrutura compatível com o aumento de demanda que ocorrerá em todos os níveis; só num segundo momento, com os recursos gerados aos cofres públicos com a concessão, é que um provável investimento para dar sustentação ao agravamento dos problemas coletivos será feito.

   Ou somos todos loucos ou entendemos errado a premissa fundamental da sustentabilidade: “O CRESCIMENTO ECONÔMICO DEVE ESTAR SUBORDINADO A CONDIÇÕES ADEQUADAS DE INFRA-ESTRUTRA PARA GARANTIR A QUALIDADE DE VIDA EM TODOS OS NÍVEIS”.