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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Governo do Estado oferece 882 vagas exclusivas para pessoas com deficiência

Da Reportagem
O PADEF (Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência), coordenado pela Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) oferece nesta semana 882 oportunidades de emprego.

As vagas estão distribuídas na Capital (180), na Grande São Paulo (636), nas regiões de Campinas (11), Piracicaba (05), São José do Rio Preto (13), Franca (13), Limeira (08), Piracicaba (05), Jundiaí (03), Taubaté (01), Jaboticabal (04) e no Estado do Rio de Janeiro (03).

Destaques
Auxiliar de limpeza - Grande São Paulo - 83 vagas - Fundamental incompleto

Auxiliar  administrativo - Grande São Paulo - 25 vagas - Ensino médio

Auxiliar de escritório - Capital - 15 vagas - Ensino médio incompleto

Auxiliar de linha de produção - São Roque - 05 vagas - Fundamental completo

Estão disponíveis nesta semana 882 oportunidades de emprego (Foto: Divulgação)
Estão disponíveis nesta semana 882 oportunidades de emprego (Foto: Divulgação)

Sobre o PADEF

Desde sua implantação, em 1995, o PADEF inseriu mais de 13,5 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho. 

Para os trabalhadores com deficiência, o PADEF oferece avaliação de perfil profissional, orientação quanto ao laudo médico e as exigências do mercado de trabalho, 
encaminhamento para cursos e/ou vagas disponíveis, emissão de carteira de trabalho e habilitação do seguro-desemprego e divulgação de oportunidades de emprego.
Aos empregadores, o PADEF oferece pré-seleção e encaminhamento de candidatos, salas para processos seletivos, orientação para análise de funções e palestras de sensibilização.

Como participar

As pessoas com deficiência e empregadores devem se cadastrar no site: www.empregasaopaulo.sp.gov.br/maisemprego. mte.gov.br.

O cadastro também pode ser feito em um dos 251 Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), Poupatempo ou na sede do PADEF (Rua Boa Vista, 170 – 1º Andar – Bloco 4 – Centro – São Paulo). O horário de funcionamento na sede é das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.

Os documentos necessários para os candidatos às vagas de emprego são RG, CPF, PIS (quando tiver), carteira de trabalho, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID) e Audiometria (no caso de deficiência auditiva). Para o empregador, é preciso CNPJ, Razão Social, endereço e nome do solicitante da vaga.

fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/44902-governo-do-estado-oferece-882-vagas-exclusivas-para-pessoas-com-deficiencia

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

LEI EM SANTOS-SP PROÍBE A COLAGEM OU AFIXAÇÃO MATERIAL DE PROPAGANDA NOS LOCAIS PÚBLICOS

Lei Complementar 536/05 | Lei Complementar nº 536 de 09 de junho de 2005


PROÍBE A COLAGEM OU AFIXAÇÃO ADESIVA DE QUALQUER MATERIAL DE PROPAGANDA NOS LOCAIS PÚBLICOS QUE MENCIONA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. 

JOÃO PAULO TAVARES PAPA, Prefeito Municipal de Santos, faço saber que a Câmara Municipal aprovou em sessão realizada em 12 de maio de 2005 e eu sanciono e promulgo a seguinte LEI COMPLEMENTAR Nº 536
Art. 1º Fica proibida a colagem ou afixação adesiva de qualquer material de propaganda nos postes de iluminação pública e nos equipamentos públicos urbanos. Ver tópico
Art. 2º O infrator do disposto no artigo 1º deverá ser notificado da infração, estabelecendo-se o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para retirada do material de propaganda. Ver tópico
Parágrafo Único - Em caso de descumprimento do disposto no caput deste artigo, o infrator incorrerá na multa de R$ 1.000,00 (mil reais), que será aplicada em dobro a cada reincidência. Ver tópico
Art. 3º Esta lei complementar entra em vigor na data da publicação. 

Palácio "José Bonifácio", 09 de maio de 2005.
JOÃO PAULO TAVARES PAPA
Prefeito Municipal
MARIA APARECIDA SANTIAGO LEITE
Chefe do Departamento

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

QUAL SERÁ A DIFERENÇA ENTRE O GOVERNADOR DO CEARÁ E O DE SÃO PAULO EM RELAÇÃO À ÁGUA?

ATUAL GOVERNADOR DO CEARÁ CID GOMES

governador_cid_gomesCid Ferreira Gomes nasceu em Sobral (na Região Norte do Ceará, a 230 quilômetros de Fortaleza) em 27 de abril de 1963. Filho de José Euclides Ferreira e de Maria José Santos Ferreira Gomes, Cid convive com a política desde a infância. Na década de 1970, o pai foi prefeito do município de Sobral e nos anos de 1980, o irmão Ciro Ferreira Gomes, já dava início à trajetória político-partidária.

Os primeiros passos de Cid na política aconteceram na universidade, quando presidiu o Centro Acadêmico do Curso de Engenharia da Universidade Federal do Ceará (UFC), onde se formou engenheiro civil. No ano de 1990, Cid conquistou o primeiro mandato eletivo para deputado estadual e exerceu o cargo de primeiro-secretário da Mesa Diretora. Quatro anos depois, já reeleito, Cid disputou a presidência do Poder Legislativo Estadual. Ele conquistou a vitória por unanimidade e tornou-se, aos 32 anos, o mais jovem presidente da história da Assembleia Legislativa do Ceará.

Cid teve atuação destacada à frente do Parlamento Estadual, tendo criado o primeiro espaço gratuito para acesso à Internet do Brasil no âmbito do Poder Legislativo. Como presidente, Cid participou da Conferência Nacional de Assembleias Legislativas dos Estados Unidos (1996), e do Encontro de Integração de Jovens Políticos da América latina e da Europa, realizado pela Fundação Konrad Adenauer Stiftung (1996).

Com o forte desejo de contribuir com o crescimento da terra natal, Cid disputou o cargo de prefeito de Sobral. Ele obteve a votação recorde de mais de 64% dos votos do eleitorado. Na Prefeitura, Cid desenvolveu um plano de ações inédito, com projetos nas áreas sociais, econômicas e de infraestrutura e levou Sobral a um ciclo de desenvolvimento. O excelente desempenho como prefeito, o credenciou à reeleição no ano de 2000 e novamente foi eleito com mais de 60% dos votos, confirmando assim a confiança dos sobralenses em sua administração.

Após o mandato de prefeito, Cid mudou-se para Washington D.C, nos Estados Unidos, em 2005. Lá exerceu a função de consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Um ano depois, em 2006, decidiu concorrer pela primeira vez nas eleições estaduais para um cargo majoritário. Cid Gomes foi eleito governador, já no primeiro turno, com 62,38% dos votos pela coligação "Ceará Vota para Crescer", formada pelos partidos PSB, PT, PCdoB, PMDB, PRB, PP, PHS, PMN e PV. Ainda em 2006, Cid Gomes coordenou a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno da eleição presidencial, que também foi vitoriosa. No dia 3 de outubro de 2010, os cearenses reconduziram Cid Gomes ao Governo do Estado logo no primeiro turno. Cid alcançou a preferência de 62,31% do eleitorado, o que representa 2.436.940 votos.

À frente do Governo do Ceará, Cid tem se destacado pelo espírito empreendedor. Em menos de dois anos, ele assegurou junto à Petrobras e ao Governo Federal a instalação de uma refinaria de petróleo para o Ceará. Esse empreendimento foi definido por ele como “a melhor notícia para o Estado dos últimos 40,50 anos”, só se igualando à vinda energia elétrica de Paulo Afonso. Além da Refinaria, muitos projetos considerados estruturantes estão em pauta como a construção do Cinturão de Águas, a Siderúrgica, Cinturão Digital e várias outras ações sociais como a Educação Integrada, o Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic), construção de hospitais e grande investimento na área da segurança.

Cid Gomes é casado com Maria Célia Habib e tem dois filhos, Rodrigo e Matheus.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

NÃO SE REELEGEU

Telma de Souza: “Vou fazer política mesmo sem mandato”


Mesmo sendo a 3ª mais votada na região, a petista não conseguiu o cargo em razão da proporcionalidade

Da Reportagem
A frase é da deputada estadual Telma de Souza (PT) no dia seguinte das eleições que, apesar de tê-la contemplado com 55.250 votos, não permitiu que a parlamentar permanecesse na Assembleia Legislativa de São Paulo por mais quatro anos. “Fui a terceira colocada da região em votos, batendo dois candidatos a deputado federal e não me reelegi. 

Lamentavelmente, o sistema político permite distorções como essa”, disse a deputada.

Com um histórico político invejável, vereadora em 1982 e deputada estadual em 1986, Telma foi a primeira mulher a ser eleita prefeita de Santos (1989-1992). Depois foi eleita deputada federal por três vezes (1994/1998 e 2002). Em 2008, voltou à Câmara de Santos, novamente como vereadora.

“Acredito que haverá mudanças ainda, portanto, é muito cedo para eu vislumbrar meus próximos passos. Porém, posso garantir que estou satisfeita pelo dever cumprido até agora e salientar que ainda possuo mais seis meses de mandato (até fevereiro de 2015). Portanto, tenho muito trabalho a fazer”, afirma.

 Apostando em mudanças, diz que é cedo planejar (Foto: Matheus Tagé/DL)
Apostando em mudanças, diz que é cedo planejar (Foto: Matheus Tagé/DL)

Telma de Souza afirma que vai trabalhar bastante pela região e para reeleger a presidente e candidata Dilma Rousseff (PT) em segundo turno. Sobre a diminuição de cadeiras do partido, a deputada disse que é fruto de uma campanha anti-PT, realizada no Estado de São Paulo especificamente, que chegou às raias do ódio entre classes sociais.

“Não sei de que se tem medo. Do sucesso dos programas sociais implantados pelo PT ou a projeção que o presidente Lula conquistou internacionalmente ao País. Enfim, não sei direito para que tanto ódio”, finalizou a deputada, alertando que continuará lutando por uma melhor qualidade de vida à população, especialmente da Baixada Santista.

fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/43371-telma-de-sozua-vou-fazer-politica-mesmo-sem-mandato

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

REVISTA CARTA CAPITAL NAS ELEIÇÕES

Soma de votos brancos, nulos e abstenções é a maior desde 98

Eleitores que não votaram somam 27% do total, a maior porcentagem das últimas quatro eleições
por Redação — publicado 06/10/2014 13:22, última modificação 07/10/2014 12:13

Antonio Cruz / Agência Brasil
Santinhos no chão
Santinhos jogados no chão de locais de votação no Recife
O número de eleitores que se abstiveram ou optaram por votar em branco ou nulo nas eleições presidenciais somou 27% do total, segundo os números finais do Tribunal Superior Eleitoral, confirmados na manhã desta segunda-feira 6. A porcentagem é a maior desde 1998, quando essa soma ficou na casa de 36% do eleitorado.
Com 100% das urnas apuradas, o número de votos em branco na disputa pelo Planalto foi de 4,4 milhões (3,84% do total de comparecimentos) e o de nulos, de 6,6 milhões (5,8% do comparecimento), enquanto pouco mais de 27,6 milhões de eleitores deixaram de comparecer às urnas, gerando uma taxa de abstenção de 19,39%. Juntos, esses eleitores somam 38,7 milhões de votos (27% de todos os aptos a votar), uma quantidade superior à votação do segundo colocado na disputa pelo Planalto, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
Fenômeno semelhante ocorreu em 2010, quando os 34,2 milhões de votos brancos, nulos e abstenções (25,1% do total) ficaram "à frente" de José Serra (PSDB), que teve 33,1 milhões de votos. Em 2002, ocorreu o mesmo, quando a soma foi de 30,2 milhões (26,2%) e a votação do segundo colocado, também Serra, foi de 19 milhões. Em 2006, ano em que Geraldo Alckmin (PSDB) ficou em segundo lugar com 39 milhões de votos, nulos, brancos e abstenções somaram 29,9 milhões eleitores (23,7% do total).
A soma cresceu por conta de altas nos três indicadores. A taxa de abstenção vem crescendo nas últimas três eleições. Este número chegou a 21,47% em 1998, caiu para 17,74% em 2002 e para 16,75% em 2006. Depois, voltou a subir, passando a 18,12% em 2010 e 19,39% em 2014. Brancos e nulos somaram 8% e 10,6% em 1998, respectivamente. Esses números foram para 3,03% e 7,36% em 2002; 2,73% e 5,68% em 2006; 2,56% e 5,51% em 2010; e, neste ano, voltaram a subir, para 3,84% e 5,8%.
fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/carta-nas-eleicoes

sábado, 4 de outubro de 2014

PELO FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO

26/05/2014 - 13h08

Deputados apoiam fim do voto obrigatório


Medida está prevista na proposta de reforma política que foi elaborada por grupo de trabalho da Câmara após as manifestações de junho do ano passado. Reportagem especial explica esse e outros pontos do texto, que aguarda votação na CCJ.

As manifestações de junho de 2013 surpreenderam por sua força e espontaneidade, mas também pela rápida amplitude das reivindicações. Não demorou muito para que o tema reforma política ganhasse as ruas e, consequentemente, os discursos dos políticos.
 

A tentativa mais ousada de responder a essa demanda partiu da presidente Dilma Rousseff, que convocou cadeia de rádio e TV para propor, entre outras medidas, um plebiscito e uma constituinte exclusiva para redesenhar o sistema político-eleitoral do País. A proposta não foi bem recebida pelo Congresso, mesmo entre aliados do governo, que viram a ideia como uma usurpação das prerrogativas do Legislativo.

A alternativa apresentada pela Câmara dos Deputados foi a criação de um grupo de trabalho, em julho do ano passado, para converter em um projeto toda discussão acumulada ao longo de décadas.


Em menos de quatro meses, os parlamentares apresentaram uma proposta de emenda à Constituição (PEC 352/13) que contempla 16 pontos e, ainda hoje, aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). 


Entre todas as tentativas anteriores de reforma política, nenhuma deu tanto destaque à adoção do voto facultativo como a elaborada pelo grupo de trabalho.


“Todos os países desenvolvidos do mundo têm o voto facultativo. Se o cidadão não quiser votar, ele tem esse direito, seja porque não gosta dos candidatos ou porque qualquer resultado o satisfaz”, afirma o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), coordenador do colegiado.


Pesquisa De acordo com pesquisa divulgada pelo Datafolha em maio deste ano, o percentual de brasileiros contrários ao voto obrigatório chegou pela primeira vez a 61%. Pelas regras em vigor no País, o voto é facultativo apenas para analfabetos, pessoas com mais de 70 anos e as que têm 16 ou 17 anos.



JBatista
Cândido Vaccarezza
Vaccarezza: países desenvolvidos adotam o voto facultativo.

O mesmo levantamento, feito com 2.844 cidadãos entre 18 e 70 anos, revela que, se tivessem opção, 57% dos eleitores não votariam no próximo dia 5 de outubro, outro recorde. A pergunta sobre comparecimento às urnas é feita desde 1989. Nas sondagens anteriores, o total dos que não votariam se não houvesse obrigatoriedade nunca superou 50%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Amadurecimento
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) defende que o voto pode vir a ser facultativo algum dia, mas, por enquanto, deve continuar obrigatório. "A obrigatoriedade deve ser mantida neste momento, em que ainda precisamos avançar com o processo democrático. Devemos fazer com que as pessoas se desvinculem do chamado voto comprado, tão recorrente, para caminhar para o voto facultativo”, sustenta.


Já o relator da proposta na CCJ, deputado Esperidião Amin (PP-SC), discorda do argumento de Delgado. "Essa história de ficar esperando o amadurecimento para tomar uma medida que você acha correta, já passou. Acho que quem sabe faz a hora, não espera acontecer, também nesse caso."


Estudos apontam que não há relação direta entre obrigatoriedade do voto e participação nas eleições. Mesmo onde há maior comparecimento em razão da obrigatoriedade, votos brancos, nulos, ausências e justificações mantêm padrões semelhantes ao das abstenções dos países onde o voto é facultativo. Os valores variam muito entre as nações, em razão de cultura ou do momento político que atravessam. O Brasil, no entanto, permanece com uma das maiores taxas de participação do mundo democrático, sempre acima dos 80%.


fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/468799-DEPUTADOS-APOIAM-FIM-DO-VOTO-OBRIGATORIO.html