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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A ESCOLHA DOS MINISTROS

   Presidenta eleita, Dilma Rousef - PT e coligados - escolhe seus 35 ministros

* José Antonio Gonçalves  (ja.jor@bol.com.br)

     Infelizmente para nós ambientalistas e gente que ama a Cultura e a considera essencial para a elevação do nível da população (o contrário é o brega, o funk e a ignorância..."A ignorância é que atravanca o progresso", verdadeiro progresso), a escolha de alguns ministros da futura gestão da presidenta Dilma não são apenas 'não confiáveis', mas vão contra tudo aquilo que defendemos...

Infelizmente, tudo em nome da tal 'governança'.

Querem um exemplo? O Ministro da Agricultura que já foi do governo Lula. Wagner Rossi bateu de frente com Marina Silva (a então xodó, protegida de Lula), ajudando a derrubá-la. 

Mas outro aspecto que precisamos alertar a população é com relação a pasta Cultura. Não só no governo federal a velha fórmula se repete, na maioria municípios (desde que resolveram desmembrar Cultura de Esportes e de Educação formal, o que é certo). A Cultura tem estado relegada - salvo raras excessões  - a se tornar uma pasta "pra inglês ver", "decorativa", provavelmente para atender determinações da Unesco e ONU.

Ana Hollanda é irmã de Chico Buarque e também cantora, menos mal. Mas, pergunto: tem experiência em gestão pública? Será que ao invés de artistas e professores, não precisamos de alguém com experiência em captação de recursos, planejamento, investimento; grandes e pequenos eventos para alavancar o turismo nas cidades, unindo as pastas Turismo, Cultura e Cidades? Como está ocorrendo em Paraty, ao contrário de 'megashows bregas' do brega e pseudo "Forró Eletrônico"?

O que cada cidade tem de cultura local? Dança típica, comidas típicas, história, artezanato? Isso sem esquecer de mencionar a música desenvolvida pelos munícipes, a escultura, a dança, folcklore, teatro, multimídia, e a necessidade de ampliar espaços? Quem sabe levar o cinema de arte a quem não pode pagar R$ 6,00, R$11,00 ou ver na TV à cabo um "Dr. Givago"? Ou o teatro de rua de Boal, recentemente apresentado no centro de Santos, apoiar a virada e ampliá-la para uma semana, etc.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

GREVE GERAL.: ANARQUISTAS ENFRENTAM O DEBILITADO ESTADO GREGO




15 de dezembro: Greve Geral; 
Toda a Grécia nas ruas
Um resumo dos acontecimentos durante o dia de Greve Geral em toda Grécia
É, sem dúvida, mesmo aos mais bem-intencionados, que o Estado, em perfeita colaboração com todos os aparatos que o apóiam, decidiu declarar guerra contra a sociedade. Evidentemente eles estão com medo da fúria social, como expressaram agora, e como expressarão no futuro. A função repressiva do Estado, expressada através do mecanismo assassino da polícia grega, e não apenas, já começou a espalhar seus tentáculos, em um esforço para difundir e sufocar qualquer surto generalizado no futuro. Fascistas, secretas fascista [à paisana], súditos leais, chefes de família e outras escórias da sociedade, têm sido mobilizados para atuar como uma extensão natural desta formação assassina.
É um fato que deveria preocupar a todos nós, é algo que aconteceu, mas agora está sendo desenvolvido de uma forma mais massiva, aberta, declarada e descarada. Isso está acontecendo diante de nossos olhos. Em uma Atenas militarizada, com milhares de policiais de todos os tipos espalhados por toda a cidade.
Atenas: Desde a manhã muitos manifestantes começaram a chegar aos pontos de concentração no centro da cidade. Todo o trecho da avenida Patision (que passa em frente da Escola Politécnica e do Museu de Arqueologia) desde o campo de Marte até a Praça Omonia (uns 15 minutos a pé) estava cheio de pessoas, enquanto gradualmente as calçadas também iam sendo tomadas. Talvez não faça sentido falar em números exatos, mas algumas estimativas dizem que cerca de 200.000 pessoas estavam na passeata, números comparáveis apenas à manifestação de 5 de maio último. Antes de começar a passeata, em pelo menos três casos, a polícia secreta foi perseguida e expulsa das proximidades da concentração, após a intervenção eficaz dos companheiros. Em um caso eles tentaram deter quatro companheiros no caminho da concentração que carregavam bandeiras e faixas, mas a pronta intervenção de uns 50-60 companheiros evitou as detenções.
A passeata começou com combatividade, com slogans gritados e vibrando o centro de Atenas. Uma característica significativa do tamanho da marcha, é que quando os primeiros blocos estavam chegando à Praça da Constituição (Syntagma), o último ainda estava na rua Patision. Durante a passeata, e antes que ela chegasse a Praça Syntagma, foram feitas pichações e arremessadas bombinhas de tinta em prédios do governo, e estava claro que o desejo e a decisão das pessoas não era provocar tumultos durante a marcha, mas que se desse uma batalha fora do Parlamento, com bastante gente preparada adequadamente (com máscaras, líquidos contra gás lacrimogêneo, extintores de incêndio e diversos materiais para auto-proteção), refletindo em grande medida o desejo de enfrentamento de uma parte bastante grande da marcha.

Os confrontos começaram quando uma grande parte da passeata chegou à Praça Syntagma. Grandes blocos de manifestantes atacaram os guardas da classe dominante local e do Capital. Por um longo tempo se puderam ouvir as explosões em toda a área e ao redor da Praça Syntagma. Houve ataques com coquetéis molotov, pedras e fogos de artifício, extintores, etc, contra vários esquadrões da polícia ao redor da praça, e em muitos casos, houve confrontos corpo a corpo com a polícia antidistúrbio, assim como com os golfos do grupo motorizado DIAS. A polícia antidistúrbio respondeu com gás lacrimogêneo e granadas de atordoamento, e conseguiu dividir a marcha em vários pontos, generalizando os embates que se estenderam em várias áreas do centro da cidade.
Uma grande parte da passeata foi para o Propilaea da velha Universidade, realizando ataques contra a polícia antidistúrbio, os bancos e carros de luxo, enquanto policiais e secretas violaram o asilo universitário procedendo algumas detenções. Ao mesmo tempo, muitos manifestantes que haviam se afastado da marcha devido às cargas dos policiais, realizaram ataques a grupos antidistúrbio na região do pé da Acrópole, onde conseguiram botar fogo numa van da polícia. Em vários pontos do centro as pessoas reagiram com êxito às cargas brutais da polícia, enquanto em outra avenida uns antropóides do grupo DIAS foram agredidos por manifestantes furiosos, que ainda queimaram duas motos da polícia. Ao mesmo tempo, os manifestantes atacaram o ex-ministro do governo de direita, fato que saiu barato graças à intervenção de seus guarda-costas, que o acompanham aonde ele vai. Tudo isso acontecia enquanto vários blocos nem tinham chegado à Praça Syntagma.
As cargas dos grupos antidistúrbio foram indiscriminadas e violentas, eles batiam nos transeuntes inocentes e, em geral, naqueles que se encontrava em seu caminho. Em vários pontos no centro foram vistas vans das quais saiam polícias à paisana, com capuz e vestidos de preto.
Uma marcha espontânea formada por sindicatos de base e o “Movimento Anti-autoritário”, foi para a sede da Confederação Geral dos Trabalhadores da Grécia (GSEE) com o objetivo de ocupá-la. Houve confrontos com a polícia corpo a corpo, mas a superioridade numérica dos policiais foi capaz de detê-los.
Durante várias horas, os combates continuaram em torno da Escola Politécnica. Enquanto muitas pessoas haviam entrado em seus quartos, não puderam sair, porque estava bloqueada por grupos antidistúrbio. Novamente cargas da tropa de choque, que deixou muitos feridos. Rumores falam de uma tentativa de levantar o asilo universitário, fato que não se realizou.
Até agora 15 pessoas foram detidas preventivamente, das quais 10 foram presas.
Nas províncias, bem como em Atenas, o ambiente na maioria das cidades foi combativo, com a maioria das pessoas expressando sua indignação contra os sindicalistas vendidos, colaboradores do Estado. Em algumas cidades houve enfrentamentos, enquanto que nas manifestações em vários municípios houve muitos policiais à paisana. O PAME (a União de Sindicalistas do Partido Comunista) realizou suas marchas separadas em cada cidade, longe da fúria popular.
Tessalônica: Grande marcha com mais de 10.000 trabalhadores, desempregados, estudantes, sindicatos de base, esquerdistas, anarquistas e pessoas irritadas. Desde o ponto da concentração e em marcha, um grande bloco de manifestantes foi à sede do Sindicato dos Trabalhadores, onde tinha sido o chamado da GSEE-ADEDY, e de vários líderes do sindicalismo grego. Lá anarquistas gritaram slogans contra estes sindicalistas, foi desconectada a aparelhagem de som e se derramou água sobre os oradores-representantes dos vendidos e convocada pelos alto-falantes uma greve combativa. Durante o protesto foi distribuído folhetos em lojas que estavam abertas ou cujos patrões ameaçaram os trabalhadores com demissão se aderissem à greve.
Durante a passeata combativa que começou por volta das 11 horas, foram quebrados caixas eletrônicos, bancos, grandes redes de lojas, correios, Mc Donalds e câmeras dos bancos, enquanto as mercadorias de um supermercado foram expropriadas e também de uma padaria. Ao chegar ao velho Ministério, os policiais deixaram o prédio, e sem razão alguma começaram a atacar a manifestação com bombas de gás lacrimogêneo e granadas de atordoamento. A marcha continuou, mesmo divida em vários blocos. Os policiais e secretas realizaram cerca de 20 detenções tipo filme policialesco, dos participantes da marcha e das pessoas que estavam na entrada de suas casas, utilizando vans sem identificações. Dois ou três detidos estão feridos e internados, e, claro, os policiais transformaram as detenções preventivas em prisões para justificar a surra.
Patras: Mais de 4.000 pessoas marcharam pelas ruas da cidade. Blocos massivos de estudantes, sindicatos, esquerdistas e anarquistas. Os ataques foram realizados com pedras e coquetéis molotov contra o Tribunal, os bancos e uma van da polícia. Uma passeata de um número similar de manifestantes foi realizada pela União de Sindicalistas do Partido Comunista.
Heraklion: Passeata massiva pela manhã, com cerca de 2.000 pessoas de diferentes sindicatos de base, desempregados, imigrantes, esquerdistas, anarquistas, etc. Esquerdistas impediram o discurso do Presidente do Centro de Trabalho e de outros representantes vendidos. Durante a marcha foram quebrados caixas eletrônicos, fachadas e câmeras de bancos e paredes internas pichadas com slogans contra os sindicatos vendidos. A polícia secreta seguiu a manifestação, mas não foram registrados conflitos. Na parte da tarde houve uma marcha anarquista pelos bairros da cidade.
Volos: Muito massiva a marcha, com cerca de 2.500 pessoas. Antes do início da manifestação não foram autorizados a falar os representantes dos partidos locais e os dirigentes sindicais. Pequenos ataques contra os bancos e as sedes do Governador Civil.
Chania: Cerca de 1.500 pessoas marcharam nas ruas da cidade, com trabalhadores, desempregados, estudantes, anarquistas e grupos de esquerda, e um bloco de imigrantes que conseguiu participar da greve. Durante a marcha foram pichados slogans, distribuídos panfletos; alguns supermercados foram sabotados com "esferas (ampolas) de fedor!" Lá também os sindicatos vendidos foram vaiados pelos manifestantes.
Xanthi: Uma das manifestações mais massivas no município. Cerca de 1.500 pessoas marcharam no centro da cidade. Foram pichados slogans e arremessadas bombinhas de tinta nos bancos.
Ioannina: Combativa marcha com aproximadamente 2.000 pessoas no centro da cidade, com um pulso tremendo e muitos slogans gritados.
Manifestações e passeatas semelhantes com centenas de pessoas foram realizadas em várias cidades da Grécia, como Kavala, Berea, Aigio, Zante, Corfu, Lesbos, Naxos, Rethymnon, Serres, Esparta, etc.


domingo, 12 de dezembro de 2010

INTERNET DEVE SER TRANSPARENTE. O MUNDO, O PLANETA É UM SÓ

WikiLeaks: Parem a Perseguição


A campanha de perseguição agressiva contra o WikiLeaks é um perigoso ataque à liberdade de expressão e imprensa. Políticos importantes dos EUA chamaram o WikiLeaks de uma organização terrorista, pedindo para empresas boicotarem o site. Comentaristas chegaram ao extremo de sugerir o assassinato da sua equipe.

Independentemente do que pensamos sobre o WikiLeaks, peritos legais dizem que eles não violaram nenhuma lei. O site trabalha com jornais renomados internacionais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar o que é publicado - até agora menos de 1% dos cabos vazados.

Nós precisamos de um chamado urgente para defender os principios democráticos básicos. Assine a petição contra a intimidação ao WikiLeaks - vamos conseguir 1 milhão de vozes esta semana!

Advogados peritos estão dizendo que o WikiLeaks provavelmente não violou nenhuma lei. Mas mesmo assim políticos dos EUA de alto escalão estão chamando o site de grupo terrorista e comentaristas estão pedindo o assassinato de sua equipe. O site vem sofrendo ataques fortes de países e empresas, porém o WikiLeaks só publica informações passadas por delatores. Eles trabalham com os principais jornais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar as informações que eles publicam. 

A intimidação extra judicial é um ataque à democracia. Nós precisamos de uma manifestação publica pela liberdade de expressão e de imprensa. Assine a petição pelo fim dos ataques e depois encaminhe este email para todo mundo – vamos conseguir 1 milhão de vozes e publicar anúncios de página inteira em jornais dos EUA esta semana! 

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/?vl 

O WikiLeaks não age sozinho – eles trabalham em parceria com os principais jornais do mundo (NY Times, Guardian, Der Spiegel, etc) para cuidadosamente revisar 250.000 telegramas (cabos) diplomáticos dos EUA, removendo qualquer informação que seja irresponsável publicar. Somente 800 cabos foram publicados até agora. No passado, a WikiLeaks expôs tortura, assassinato de civis inocentes no Iraque e Afeganistão pelo governo, e corrupção corporativa. 

O governo dos EUA está usando todas as vias legais para impedir novas publicações de documentos, porém leis democráticas protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos podem não gostar das leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é justamente por isso que elas são importantes e porque somente um processo democrático pode alterá-las. 

Algumas pessoas podem discordar se o WikiLeaks e seus grandes jornais parceiros estão publicando mais informações que o público deveria ver, se ele compromete a confidencialidade diplomática, ou se o seu fundador Julian Assange é um herói ou vilão.Porém nada disso justifica uma campanha agressiva de governos e empresas para silenciar um canal midiático legal. Clique abaixo para se juntar ao chamado contra a perseguição: 

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/?vl 
Você já se perguntou porque a mídia raramente publica as histórias completas do que acontece nos bastidores? Por que quando o fazem, governos reagem de forma agressiva, Nestas horas, depende do público defender os direitos democráticos de liberdade de imprensa e de expressão. Nunca houve um momento tão necessário de agirmos como agora. 

Com esperança, 

Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz 

Fontes: 
Fundador do site WikiLeaks é preso em Londres:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/fundador+do+site+wikileaks+e+preso+em+londres/n1237852973735.html 
Visa e MasterCard se unem ao boicote contra WikiLeaks:
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/visa-e-mastercard-se-unem-ao-boicote-contra-wikileaks 
Hackers lançam ataques em resposta a bloqueio de dinheiro do Wikileaks:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5g5_1RyqwzqqSdcdkuXSkRwc3OCbA?docId=CNG.3ee5f70f5e1bc38f749f897810be5a31.6a1 
Conheça o homem por trás do site que revelou documentos secretos americanos:
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/conheca-a-historia-do-site-que-revelou-documentos-secretos-americanos/ 
O criador do WikiLeaks, entre a sombra e a busca pela verdade:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hRW1-BWMeIXP6Spyr_UdQJbqu5_g?docId=CNG.24a480c86aa11494311806f554755ceb.701 
Saiba mais sobre os telegramas diplomáticos:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/saiba+mais+sobre+os+telegramas+diplomaticos/n1237852399276.html 

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

CDL de Vicente de Carvalho e PMG começam a discutir Zona Azul sem participação popular ( I)

     
* José Antonio Gonçalves ja.jor@bol.com.br

   A Câmara de Dirigentes Logistas de Vicente de Carvalho - CDL e a Prefeitura de Guarujá começaram as reuniões com vistas a implantação de "Zona Azul" (regulamentação de Trânsito, estacionamento de veículos etc.),no perímetro da Avenida comercial de Vicente de Carvalho, Thiago Ferreira (cadê o busto do heroi itapemense que o Farid deu sumiço?).

   Embora alertado por mim, o dirigente Hassem Hamoud, que na péssima gestão de Farid Madi foi Secretário de Serviços Públicos, esqueceu do meu recado...

   Tanto a atual gestão da PMG - que atualmente está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual (http://sobassombras.blogspot.com) -, como a direção do CDL parecem esquecer(de propósito)que a população é consumidora, e aqueles de fora da cidade (menos gafanhotos que gastam em Santos, São Vicente, Praia Grande etc.)tem o direito de opinar sobre essas obras e projetos, locais de estacionamento e possíveis tarifas a serem cobradas, como já fazem nas cidades de Santos e Praia Grande (pioneiras na RMBS na criação de CETs). Só não me venham com as tais "Audiências Públicas de protocolo", sopetão (e com faixas e informações que se contradizem) depois do projeto contemplar os interesses políticos e econômicos desses interessados...

   Então, para Hassem Hamoud - será que quer fazer as pazes com a prefeita Antonieta, e, quem sabe, obter seu antigo cargo? - e, para a própria prefeita, o povo é um mero detalhe nesse processo?
  
   Será que querem repetir Maurici Mariano e Duíno Verri em 1999/2000, quando mudaram o calçadão projetado por Jaime Lerner (gestão Jaime Daige), além de arrancarem todas as árvores existentes(e não as reporam), criando uma ciclo-faixa em forma de "S" (se pudessem fariam em forma de "M")?

   Elles, que não disciplinam o trânsito de caminhões (segundo a Lei, carga e descarga só das 06 às 12h), que à tarde ainda são vistos estorvando o trânsito de veículos e ônibus? 

   Elles que não conseguiram implantar (na gestão de Farid) dois quiosques naquele calçadão para vigilância da Segurança Pública (PM + Guarda Municipal), ao contrário: Farid comprou dois "Totens eletrônicos", já na época obsoletos. 

   Elles que não conseguem, junto com à PMG estabelecer naquela avenida comercial uma moderna gestão de resíduos (alô Élio Lopes, cadê a lição de casa?).    

   Quando a prefeita era vereadora (2000-2004) fez diversos projetos para disciplinar o ruído e barulho naquela avenida e entorno (alô Élio Lopes, cadê a lição de casa?)...Fiquemos, por hora, por aqui.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Averaldo Meneses: quem te viu e quem te vê (vê?)

Fac-símile do boletim "Conceiçãozinha Urgente",
editado e distribuído - no Sítio Conceiçãozinha,
durante os anos de 1994 e 1995 - pela Sociedade 
Amigos de Bairro do Sítio Conceiçãozinha 
(Somecon). No detalhe (foto à esquerda), o 
"companheiro" petroleiro, professor Averaldo 
Meneses (ex-PT) discursando na porta da 
Refinaria Presidente Bernardes em Cubatão,  
durante a greve de 30 dias que paralisou 
aquela unidade em pleno governo FHC.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS!

fonte: http://guarujaensses.blogspot.com/

ABRIL/2010 - GOVERNO FEDERAL DOA 5 AMBULÂNCIAS DO SAMU PARA O MUNICÍPIO DE GUARUJÁ

clique na foto p/ ampliar

NOVEMBRO/2010 - VEREADOR LUIS CARLOS ROMAZZINI DENUNCIA EM SESSÃO NA CÂMARA, AS 5 AMBULÂNCIAS ABANDONADAS NA GARAGEM MUNICIPAL

clique na foto p/ ampliar

NOVEMBRO/2010 - VEREADOR LUIS CARLOS ROMAZZINI É ASSASSINADO COM 6 TIROS 10 DIAS APÓS AS DENUNCIAS.


ESTÁ NA HORA DO MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL, FAZER UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA DO QUE VEM OCORRENDO COM AS VERBAS PÚBLICAS FEDERAIS NO GUARUJÁ

VERGONHA! REVOLTA! COMOÇÃO! CHEGA DE IMPUNIDADE EM GUARUJÁ!

Vereador do Guarujá-SP é assassinado dentro de casa

Em 2006, Romazzini disse que passou a receber ameaças de morte após denúncias de um esquema de corrupção conhecido como 'Mensalinho do Guarujá'

26 de novembro de 2010 | 8h 00
Bruno Lupion, do estadão.com.br
SÃO PAULO - O vereador do Guarujá, litoral do Estado de São Paulo, Luis Carlos Romazzini (PT), de 45 anos, foi assassinado em sua casa na madrugada desta sexta-feira, 26, por volta da 1h30.
Três homens chegaram em motocicletas à casa do vereador, no Jardim Maravilha, e o chamaram pelo nome, segundo a polícia. Romazzini saiu da residência armado e foi alvejado com vários tiros no quintal. Os criminosos fugiram em seguida, sem levar nada. Sua mulher testemunhou a cena e acionou os policiais militares da 2ª Companhia do 21º Batalhão do Interior.
O vereador morreu a caminho do hospital e o caso foi registrado no Distrito Policial Sede da cidade. Em 2006, Romazzini disse que passou a receber ameaças de morte após denúncias de um esquema de corrupção envolvendo a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade, conhecido como "Mensalinho do Guarujá". Na época, o vereador chegou a pedir proteção à Policia Federal.
Romazzini, natural de São Francisco, no interior do Estado, era advogado, graduado em História e Direito, e não tinha filhos, segundo seu blog pessoal.